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NexUAV · Controle biológico

NX6 Bio Raven

Liberação aérea de agentes de controle biológico, com registro geolocalizado de cada ponto de aplicação.

Role

O equipamento

Liberação aérea de controle biológico em escala operacional.

O NX6 Bio Raven transporta e libera agentes de controle biológico em tubete ou a granel. A aeronave percorre a rota programada e aciona o dispenser nos pontos definidos, mantendo espaçamento e dose constantes em toda a área.

A uniformidade de distribuição é o fator determinante do resultado agronômico. O parasitoide despende menos energia na busca e alcança o alvo em menos tempo.

15 hapor bateria
60 hapor hora de operação
28 minde autonomia
15 kmde alcance de controle

Autonomia para o dia inteiro de operação

Estrutura em fibra de carbono, braços dobráveis e bateria fabricada no Brasil. O equipamento é montado e colocado em operação sem uso de ferramenta.

Como funciona

Operação em três etapas

Nenhuma delas exige computador em campo.

01

Carregue os dispensers

Cada módulo leva 120 tubetes ou 500 gramas a granel. Na configuração Full são dois módulos, então um voa enquanto o outro é abastecido em solo.

02

Programe a rota

O controle tem tela de 7 polegadas integrada e aceita rota em arquivo KML. A operação roda em ArduPilot, com QGroundControl e Mission Planner.

03

O drone libera sozinho

O acionamento é eletrônico, por servo brushless com sensor magnético. Cada liberação sai geolocalizada, na dose e no espaçamento programados.

A liberação vista de cima, com os dois módulos de tubetes acoplados.

O mecanismo

Do tubete ao parasitismo

O drone não aplica um produto químico. Ele transporta e solta o inseto vivo, e cada etapa desse percurso é registrada.

Tubete de papelão biodegradável de Cotesia flavipes segurado em um talhão de cana, com as micro vespas já emergidas sobre a tampa

O tubete

Cada tubete é de papelão biodegradável e carrega a massa de pupas do parasitoide. Na foto, as micro vespas já emergidas sobre a tampa, poucas horas antes da liberação.

O tubete se decompõe no campo. Nada precisa ser recolhido depois, e nada fica no talhão além do próprio inseto.

01

Carga

Os tubetes entram no módulo em colmeia. São 120 por módulo, e a estrutura mantém cada um na posição até a hora da soltura.

02

Soltura

O acionamento é eletrônico, por servo brushless com sensor magnético. O dispenser libera um tubete por ponto, no espaçamento definido na rota.

03

Registro

No mesmo instante em que o dispenser abre, o log de bordo grava latitude, longitude, altura e horário daquela liberação.

04

Parasitismo

A vespa emerge, localiza a lagarta dentro do colmo e deposita os ovos. As larvas se desenvolvem dentro da praga, que morre antes de fechar o ciclo.

A prova

Rastreabilidade por ponto de liberação

A animação abaixo reproduz um voo real, exportado do log de bordo do equipamento, sobre a imagem de satélite da área. Cada ponto corresponde a uma liberação registrada, no lugar e na ordem em que aconteceu.

243liberações registradas
29,7 minde voo, em uma bateria
44 mde altura média
25 mentre uma liberação e a próxima
2,5 sde intervalo entre liberações
7,26 kmpercorridos na área

O registro é gerado pelo próprio equipamento. Cada liberação grava latitude, longitude, altura e horário. O arquivo do voo atende à comprovação de aplicação perante cliente, auditoria e programa de manejo integrado.

Voo de 9 de junho de 2025, região de Nova Granada, São Paulo. Dados extraídos do log de bordo do equipamento.

Dispenser

Sistema Plugin Fly de acoplamento

O dispenser conecta ao trem de pouso por três pinos de contato. Não há chicote a conectar, desconectar ou romper em campo.

Dispenser aberto do NX6 com os tubetes de papelão biodegradável dentro da estrutura em colmeia

Capacidade de 120 tubetes por módulo, ou 500 gramas a granel.

Close nos três pinos de contato dourados do encaixe rápido do dispenser

Três pinos de contato. Sem cabo e sem conector exposto.

Detalhe do berço de encaixe do dispenser no trem de pouso em fibra de carbono

O módulo encaixa no berço e trava, com a aeronave em solo.

Construção

Estrutura em fibra de carbono

A estrutura é integralmente em fibra de carbono, material que entrega a mesma rigidez do alumínio com massa inferior. Menos massa resulta em maior aproveitamento de bateria. O conjunto completo, com bateria e dispensador duplo de tubetes, totaliza 5,4 kg.

  • Braços dobráveis com trava dupla
  • Hélices de 17 polegadas, dobráveis
  • Motores NexUAV com rolamentos cerâmicos
  • ESC de 32 bits a 3200 Hz, com 13 gramas
  • Arquitetura aberta, aceita radar, LiDAR, RTK e sensores
Vista superior do NX6 em fibra de carbono, com a marcação NX6 e a antena de GPS
Detalhe das travas vermelhas de dobra dos braços e da câmera frontal do NX6

Trava de dobra do braço, de acionamento manual.

Motor NexUAV com hélice dobrável montado no braço do drone

Motor NexUAV com hélice dobrável de 17 polegadas.

Junção dos braços na estrutura central em fibra de carbono, com conectores de energia e USB

Cabeamento interno e conectores protegidos na estrutura.

Controle Smart

Controle Smart com tela integrada

Telemetria, vídeo e comando reunidos em um único aparelho. O operador acompanha a área pela câmera da aeronave, monitora a rota e verifica o andamento da liberação sem recorrer a outro dispositivo.

  • Alcance de 15 km, em 2,4 GHz e 5,8 GHz
  • Rota carregada por arquivo KML
  • Relatório do voo pelo QGroundControl ou Mission Planner
Controle Smart do NX6 na mão do operador, com a tela ligada mostrando a imagem aérea da lavoura

Agentes

Os macrobiológicos que o NX6 libera

Parasitoides e predadores produzidos em biofábrica, levados ao ponto certo do talhão pela mesma aeronave. O que muda de um agente para o outro é o dispenser, e a troca é por encaixe.

Vespa Cotesia flavipes em vista lateral, fotografada em laboratório

Cotesia flavipes

Controle biológico da broca-da-cana

Parasitoide de lagarta. A vespa localiza a broca dentro do colmo e deposita os ovos nela. Cana-de-açúcar.

Micro vespa do gênero Tetrastichus pousada em uma casca de árvore

Tetrastichus howardi

Controle biológico da broca-da-cana

Parasitoide de lagarta e de pupa. Tolera temperatura alta e permanece mais dias ativo em campo. Cana e milho.

Micro vespas do gênero Trichogramma sobre uma massa de ovos de mariposa

Trichogramma galloi

Controle biológico da broca-da-cana

Parasitoide de ovo. Encerra o ciclo da praga antes de a lagarta eclodir e entrar no colmo. Cana-de-açúcar.

Micro vespa do gênero Trichogramma caminhando sobre uma folha estreita

Trichogramma pretiosum

Controle biológico de lagartas

Parasitoide de ovo, de espectro largo. Cobre Helicoverpa, Spodoptera e a traça-do-tomateiro. Soja, milho, algodão e tomate.

Micro vespa do gênero Telenomus sobre uma folha, ao lado de um ovo de inseto

Telenomus remus

Controle biológico da lagarta-do-cartucho

Parasitoide de ovo de Spodoptera frugiperda, inclusive nas camadas de baixo da postura. Milho, soja e algodão.

Micro vespa do gênero Telenomus em vista lateral, sobre fundo claro

Telenomus podisi

Controle biológico do percevejo-marrom

Parasitoide de ovo de Euschistus heros, o percevejo que ataca a vagem em formação. Soja.

Micro vespa do gênero Trissolcus em vista lateral, com detalhe das asas

Trissolcus basalis

Controle biológico do percevejo-verde

Parasitoide de ovo de Nezara viridula. Entra no mesmo programa de manejo do percevejo-marrom. Soja.

Crisopídeo adulto da espécie Chrysoperla externa pousado em um colmo verde

Chrysoperla externa

Controle biológico de pulgão, cochonilha e ácaro

Predador conhecido como crisopídeo. A larva consome ovos, pulgão, cochonilha e ácaro. Café, citros, eucalipto e hortifruti.

A compatibilidade não para nesta lista. O dispenser trabalha com a embalagem, não com a espécie. Todo agente que a biofábrica entrega em tubete ou a granel entra no equipamento sem adaptação.

Culturas atendidas: cana-de-açúcar, soja, milho, algodão, café, citros, hortifruti e eucalipto na silvicultura.

Como o agente chega ao talhão

NX6 Bio Raven visto por baixo, com o módulo em colmeia carregado de tubetes de papelão e dois tubetes caindo

Dois tubetes no instante da soltura, com o módulo em colmeia carregado.

No tubete

O tubete é de papelão biodegradável e carrega a massa de pupas do parasitoide. O módulo leva 120 tubetes em colmeia e solta um por ponto da rota, com o acionamento eletrônico do servo. É assim que saem a cotésia e o tetrastico.

A granel

O agente que a biofábrica entrega solto vai no módulo de granel, com 500 gramas por carga e vazão regulada pela rota. É assim que saem o tricograma e o crisopídeo.

O tubete se decompõe no campo e o inseto emerge onde foi solto. Nada precisa ser recolhido depois, e nada fica no talhão além do próprio agente.

Fotos de referência dos agentes, todas sob licença livre. Onde não existe imagem pública da espécie citada, a foto é de outra espécie do mesmo gênero. Crédito: Kaiser e colaboradores (Cotesia), Victor Fursov e Lin e colaboradores (Trichogramma e Telenomus), Benjamin Smith (Telenomus), Richard Stovall (crisopídeo), Stephen Ausmus e USDA (Tetrastichus e Trissolcus).

Comparativo

Contra os outros modelos do mercado

Referência: equipamentos de liberação de biológicos vendidos no Brasil na mesma faixa de aplicação.

NX6 Bio Raven, hexacóptero com os dois módulos de dispersão
NX6 Bio RavenEstrutura em fibra de carbono, dispenser de 120 tubetes e bateria nacional.
Silhueta pixelizada de um equipamento concorrente de liberação de biológicos
Outros modelos do mercadoEstrutura em alumínio, dispenser de 100 tubetes e bateria importada.
ItemNX6 Bio RavenOutros modelos do mercado
EstruturaFibra de carbonoAlumínio
Capacidade por dispenser120 tubetes100 tubetes
Autonomia28 minutos25 minutos
Produtividade60 hectares por hora50 hectares por hora
Custo operacionalR$ 0,80 por hectarecerca de R$ 1,00 por hectare
BateriaNacional, 500 ciclosImportada, cerca de 250 ciclos
Taxa de descarga30C15C
Tempo de carga40 minutos60 minutos
Alcance de controle15 km5 km
Baterias que vêm no kit3 no Light, 4 no Full1
ControleTela de 7 polegadas integradaExige notebook em campo
Conexão do dispenserEncaixe direto, sem caboConector e chicote
Acionamento do dispenserEletrônico, servo brushlessMecânico
HélicesDobráveisFixas
ArquiteturaAberta, aceita radar, LiDAR e RTKFechada
Assistência técnica no Brasil25 pontos1 ponto
DisponibilidadePronta entregaSob encomenda

Arraste a tabela para o lado para ver as duas colunas.

Comparação baseada nas especificações publicadas dos equipamentos de liberação de biológicos disponíveis no mercado brasileiro.

Ficha técnica

NX6 Bio Raven

ConfiguraçãoHexacóptero
Autonomia28 minutos
Velocidade de voo12 m/s
Alcance de controle e telemetria15 km, 2,4 GHz e 5,8 GHz
Bateria22 V, 15.000 mAh, 30C
Origem da bateriaFabricada no Brasil, 500 ciclos
Tempo de carga40 minutos
Peso5,4 kg com bateria e dispensador duplo
EstruturaFibra de carbono, braços dobráveis
Hélices17 polegadas, dobráveis
Capacidade por dispenser120 tubetes ou 500 g a granel
LiberaçãoGeolocalizada, acionamento eletrônico
ControleTela integrada de 7 polegadas
SoftwareArduPilot, rota em KML
RelatóriosQGroundControl e Mission Planner
Rendimento15 hectares por bateria, 60 por hora

Kits

Configurações disponíveis

A configuração Full acrescenta à Light os itens que sustentam o dia inteiro de campo: bateria adicional, segundo dispenser de tubetes, inversor e abastecedor.

Kit Light
R$ 55.000

Entrada de 50%, saldo na entrega

  • 1 drone hexacóptero NX6 Bio Raven
  • 1 controle Smart com tela
  • 3 baterias
  • 1 dispenser de tubetes
  • 1 dispenser a granel
  • 1 carregador duplo
Pedir proposta do Light
Kit Full
R$ 65.000

Entrada de 50%, saldo na entrega

  • 1 drone hexacóptero NX6 Bio Raven
  • 1 controle Smart com tela
  • 4 baterias
  • 2 dispensers de tubetes
  • 1 dispenser a granel
  • 1 carregador duplo
  • 1 inversor de 2.000 W, recarrega no campo
  • 1 abastecedor de tubetes
Pedir proposta do Full

Condições especiais para CNPJ. Desconto de 5% no pagamento à vista.

Perguntas

Perguntas frequentes

Qual é o rendimento diário?

O rendimento é de 15 hectares por bateria e 60 hectares por hora de operação. O total diário depende do número de baterias em rodízio e da janela climática, uma vez que a liberação observa limites de temperatura e vento. Na configuração Full, o inversor de 2.000 W permite recarga em campo, o que dispensa o retorno à base durante o serviço.

A operação exige computador em campo?

Não. O controle Smart possui tela de 7 polegadas integrada, com telemetria, vídeo e comando no mesmo aparelho. A rota é carregada por arquivo KML.

Como a aplicação é comprovada?

A aeronave grava o log de bordo com latitude, longitude, altura e horário de cada liberação. O relatório é extraído pelo QGroundControl ou pelo Mission Planner. O mapa apresentado nesta página corresponde a esse arquivo, de um voo real.

Qual é a origem da bateria?

A bateria é fabricada no Brasil, com 500 ciclos de vida útil e taxa de descarga de 30C. A reposição não depende de importação.

O mesmo equipamento opera tubete e granel?

Sim. As duas configurações acompanham um dispenser a granel e ao menos um de tubetes. A troca é por encaixe, sem cabo e sem ferramenta.

Como funciona o suporte técnico?

São 25 pontos de revenda e suporte técnico no Brasil. A arquitetura aberta do equipamento permite a integração posterior de radar, LiDAR, RTK e sensores.

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O atendimento é feito por quem opera o equipamento. Informe a cultura, a praga alvo e a área a ser atendida para receber o dimensionamento do seu caso.

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